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ser amor
Sejamos amor. Sejamos leves neste mundo que grita.
Se nascêssemos sem saber quem seríamos, que mundo escolheríamos? Um mundo justo, certamente.
Um mundo onde a dignidade fosse regra e as pessoas à nossa volta fossem boas, porque ninguém escolheria viver cercado de indiferença.
Talvez a verdadeira cultura esteja na empatia. Em agir como se pudéssemos estar no lugar do outro. Em escolher cuidado onde há pressa, compreensão onde há ruído.
Como borboletas, que atravessam o escuro para ganhar asas, também nós podemos escolher transformar-nos.
Sejamos amor. Porque, no fundo, é isso que escolheríamos para nós.
Butterfly Collection – Asas de Primavera
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